domingo, 27 de março de 2016

Troca-malas: estojo organizador azul escuro

Quando muda de mala, 
certifique-se de que leva todos os seus essenciais 
com a ajuda deste estojo organizador 
com fecho de correr, 
gancho para prender as chaves, 
bolsos por fora e por dentro, dos dois lados. 
Tudo organizado por 15 "bolsos"! 

Medidas: 17 cm x 23 cm x 7 cm (Altura x Comprimento x Largura)
Bolsos: altura 13.5 cm e largura variável: 3, 13, 18 cm, etc.

Refª: Troca-malas modelo pequeno em capulana floral azul escura.


Bolsos do lado de dentro e de fora

Gancho para prender as chaves
ou prender o estojo à mala de mão


Bolsos do lado de dentro e de fora

E porque este trabalho foi executado ao som de música africana, aqui têm um link para escutar: 

segunda-feira, 14 de março de 2016

African fabrics: the history of dutch wax prints by Eccentric Yoruba



These above words are quoted by Yinka Shonibare, a Nigerian-British contemporary artist known for his amazing artwork using African print fabrics in his scrutiny of colonialism and post-colonialism. What is commonly known as “African fabric” goes by a multitude of names: Dutch wax print, Real English Wax, Veritable Java Print, Guaranteed Dutch Java, Veritable Dutch Hollandais. I grew up calling them ankara and although they’ve always been a huge symbol of my Nigerian and African identity, I had no idea of the complex and culturally diverse history behind the very familiar fabrics until I discovered Yinka Shonibare and his art.
I know I personally felt shocked upon learning that the “African” fabrics I grew up loving and admiring were not really “African” in their origins (or is it?). This put things in perspective, however, as it suddenly made sense that my mother’s friends regularly travelled to European countries, including Switzerland and England, to purchase these fabrics and expensive laces to sell them again in Nigeria. In an attempt to join this lucrative business, my mother once dragged me with her to a fabric store while on holiday in London. I was not 13 years old then and I recall being surprised to find such familiar fabrics on sale outside Nigeria. Regardless, I never imagined that the history of this African fabric, henceforth referred to as Dutch wax print, spanned over centuries, across three continents and bridging various power structures.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Ecobag azul escuro floral

Frente com bolso

Costas do ecobag


Frente: o botão é de madeira
Os Ecobags Mancheia Rústica são feitos em capulana, que é um pano africano em algodão, bem forte. Com ótimos acabamentos: bainhas embutidas para não desfiar, alças reforçadas com costura em zigzag para maior solidez, com entretela para não amachucarem, pedimos 20 "botões".
Alças reforçadas com zigzag:
há mais por dentro da barra.
Este zigzag só se vê no interior do saco.
Pormenor do fundo do ecobag

O fundo tem a barra florida conforme vinha no tecido inteiro



Enrolado e pronto a levar para improvisar em qualquer ocasião!
E para quem não conhece, aqui está um link para música da Rokia Traoré, do Mali, que me fez companhia durante a execução deste saco!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Capulana é um nome Moçambicano

Capulanas:
saia e suporte para a criança
Capulana é um nome de origem tsonga que se dá, em Moçambique, a um pano que, tradicionalmente, é usado pelas mulheres para cingir o corpo, fazendo as vezes de saia, podendo ainda cobrir o tronco e a cabeça e transportar crianças às costas. Hoje em dia são transformadas em inúmeras peças de roupa e acessórios, bem como toalhas, colchas, cortinados, etc, inclusive fora de África. 


Estes panos existem por quase toda a África, cada país/região tem os seus tradicionais padrões e cores, atribuindo a estes panos nomes diferentes. Por exemplo, em Angola chamam-se simplesmente panos. Claro que a fusão ultrapassa a tradição e podemos encontrar inúmeras combinações.


Batik, Indonésia
A Capulana é prima do Batik, originário da Indonésia, cuja técnica consiste em aplicar cera para tingir os tecidos, criando padrões com diversas camadas de cores, num processo manual que se torna demorado e caro.

Os panos africanos são de algodão, impressos com blocos de cera. Trata-se de uma técnica mecanizada criada por um Belga e trazida pelos holandeses para a Indonésia. 

Na altura, as imperfeições da estampagem dificultaram a sua venda no mercado Indonésio, fiéis aos Batiks. Mas parece que os Africanos até gostavam dessas pequenas diferenças nos panos, e essa característica manteve-se até aos nossos dias.

E afinal de contas, os panos africanos têm origens culturais mistas, uma panóplia infinita de padrões e cores que se assemelham ou afastam de forma imprevisível e, no entanto, lembram sempre África.

(Compilação de informações a partir de vários sítios da Internet)


segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Almofada orelhuda


A Almofada Orelhuda - suporte de leitura, serve para apoiar o livro ou tablet durante a leitura, quer no colo, quer numa mesa, e alivia o cansaço dos braços que apenas amparam o livro em vez de suportar o peso, e alivia o pescoço, pois cria um ângulo mais favorável para ler, o pescoço mantém-se mais direito, menos tenso.